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Talvez o fim!

Posted by Edinaldo Freitas on 12:01 in
Hoje o céu está negro
Não vejo meus passos na areia
Não sinto o vento em meu rosto
O mar já não balança mais
Tento fugir mais ainda estou preso
Não há tempo pra voltar atrás
O sol já não beija o mar
A lua não brilha mais
Aonde vou estar
Depois que o tempo sumir ao vento
As estrelas estão mais perto
Sob meus pés
Só há deserto
A minha alma vai ser levada
Cada vez o céu esta mais perto
Já na vivo mais
Sinto que estou só
Que minha alma siga em paz
Por que as sobras viraram pó.

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A Primeira História Curta!!!

Posted by Edinaldo Freitas on 23:14 in , ,
Um dia sentado a frente do computador, teclando com a Débora, falavamos sobre nossos gostos de leitura, sobre ideias, do nada descubrimos algo sobre nosso estranho gosto por livros que envolviam a Segunda Guerra. De repente, de um simples flash em meu pensamento, surgiu a ideia de escrever um romance, mas a minha falta de entusiasmo acabou deixando passar tudo, mas de uma forma ou de outra fiquei pensando naquilo no outro dia inteiro, surgiram muitas tramas, as ideias pulsavam em meu cérebro, como o coração pulsa após uma corrida, após aquele "bombardeio instatâneo" de ideias acabei caindo a fundo nas pesquisas sobre o Segunda Guerra.
Após algumas horas na frente do computador, acabei decidindo, por escrever sobre uma história de amor, entre um soldado de Adolf Hitler, e uma Judia, que acabaram se conhecendo no caminho para o campo de concentração de Ravensbrück, a cerca de  80km de Berlim. Entre 1939 e 1945, 132 mil mulheres foram presas em Ravensbrück, dessas apenas 15 mil sobreviveram, para saber se nossa Lisa - nome da personagem - será umas dessas sobreviventes, só acompanhando as postagens a seguir para descobrir.

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Pena!!! ( A primeira gota da fonte)

Posted by Edinaldo Freitas on 22:30 in
O primeiro poema, nínguem esquece, as vezes ele te fez ter coragem pra contar algo que até então, estava guardado, tudo estava virando uma bola de neve, e então, do nada, você pega o lápis o papel, e sem borracha, apenas com um risco em cima dos erros acaba fazendo seu primeiro poema, gostaria de partilhar com vocês, aquele que foi meu primeiro poema:

Pena
Pena que sente
O vento soprar
Penas que sincronizam
Com o balanço do mar

Penas coloridas
Lindo de olhar
Penas poluídas
Difícil de acreditar

Penas que voam
Com um leve soprar
Penas que molham
Com um simples pingar

Pena que é livre
Pena que é leve
Pena que é solta

Que pena...
.que não sou pena.


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